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sábado, 6 de fevereiro de 2010

critorquidia vc sabe o que é?


Criptorquidia
(Testículo não descido)





O testículo não descido, ou genericamente criptorquidia, envolve uma série longa e complexa de alterações de posicionamento da gônada desde a fase
embrionária, isto é, desde a 7º a 8º semana de gestação até sua colocação final no escroto. A gônada, nesta fase, é fixada por dois finos ligamentos, um no seu polo superior (ligamento suspensor) e outro no seu polo inferior, chamado gubernaculum testis.

O ligamento superior regride nas meninas, enquanto o inferior aumenta nos
meninos, principalmente na sua porção final onde encontra-se preso na região
inguinal para onde deverá ir o testículo.
Por volta do início do 6º mês de gestação, a porção terminal do gubernaculum começa a se salientar através da parede abdominal na região inguinal e continua sua migração além do pubis até o escroto. O processus vaginalis (vide hérnia inguinal), se alonga por dentro do gubernaculum, proporcionando a descida do testículo da cavidade abdominal para o escroto.

Esta descida deve estar completa por volta da 35º semana e é, ao que tudo
indica, controlada por estimulação hormonal. Estímulos androgênicos e não
androgênicos se alternam no mecanismo de descida do testículo até o escroto.

A incidência de criptorquidia gira em torno de 4% nas crianças. E até 1 ano de idade esta marcacai para 0,9%, conforme relata um estudo do John Radcliffe Hospital Cryptorquidism Study Group de 1986.Uma das controvérsias a respeito desta patologia é sua relação com a temperatura do corpo. O testículo é um orgão que está preparado para ter seu pleno funcionamento em temperaturas mais baxias que a do corpo, isto é, em torno de 33º C. Sendo assim, a regulação de sua temperatura fica por conta de sensores musculares (M. dartos e M. cremaster) no escroto.

O diagnóstico da criptorquidia é feito eminentemente por exame clínico, tentando identificar através da palpação se há ausência do testículo na região escrotal para os testícuos palpáveis. O que devemos ter a certeza é se o testículo fica espontanamente no escroto ou não ! Se num recém-nascido o testículo é identificado fora do escroto, no canal inguinal (virilha) por exemplo, ele deverá ser re-avaliado em 3 meses. Se permanecer ainda fora do escroto, ele poderá receber o diagnótico de testículo não descido.

ATENÇÃO: se o testículo descer até um ano de idade, mesmo assim ele deverá continuar sob supervisão do médico, pois ainda existe um pequeno risco deste testículo voltar (reascender) em direção ao canal inguinal mais tarde na infância.

TRATAMENTO: a terapia hormonal é baseada na teoria da qual esta patologia é causada pela deficiência no eixo hipotálamo-hipófise-gonadal. Após algumas tentativas com algumas substâncias hormonais, o hCG (Gonatrofina Coriônica Humana), é o mais comumente usado. Seu sucesso no tratamento gira em torno de 10-50% dos casos, variando muito de autor para autor. Acreditasseque isto se deva aos critérios de inclusão nos estudos, pois testículos retráteis e emergentes na altura do canal inguinal eterno sejam os mais propícios ao descenso que os demais. Alguns autores acreditam que estes testículos deveriam ser excluídos dos protocolos de aplicação do hCG. Do nosso ponto de vista, todo caso de criptorquidia é levado à cirurgia, devido aos pobres e discutíveis resultados relatados na literatura.

CIRURGIA: a correção cirúrgica é baseada na informação de muitos autores que relatam que a degeneração testicular ocorre pelo aumento de temperatura (3-4ºC) quando o testículo encontra-se fora do escroto. Alguns autores mostram degeneração nas células germinativas já a partir do 6º mês de vida. Por isso, a recomendação é que a cirurgia se dê entre 6-18-meses, sendo preferida ao redor de 1 ano de vida.

Existem muitos outros detalhes a respeito da criptorquidia, como desenvolvimento das células germinativas, fertilidade, malignidade, hernia inguinal concomitante, torsão e outros. Se você quiser saber mais alguns deles, envie um e-mail parawilly@drwilly.com.br

Qual o melhor momento para levar o filho adolescente ao urologista?

Enviado por Saúde & Lazer

Preservação da fertilidade masculina engloba ações educativas e informações corretas desde a infância
Consultar um urologista é necessário em várias ocasiões durante a vida, e, não somente após os 50 anos de idade,
quando a andropausa e outros problemas comuns relacionados ao envelhecimento começam a rondar o homem. Ainda
na infância, o urologista atende por encaminhamento pacientes pediátricos com moléstias urogenitais.
A criptorquidia, a fimose, a hidrocele e a torção do testículo são as causas mais comuns de atendimento urológico na
infância. “Na adolescência, o acompanhamento urológico também se faz necessário, principalmente, quando o
garoto entra na puberdade, antes de iniciar a vida sexual e depois que ele a iniciou. A partir desse momento é
importante que seja realizada uma consulta anual periódica, ou, no momento, em que ele perceba qualquer modificação
nos seus órgãos genitais. Um dos objetivos do acompanhamento urológico durante a adolescência é preservar a
capacidade reprodutiva do jovem”, explica o andrologista Rodrigo Lessi Pagani, professor do Curso de Pós-
Graduação em Infertilidade Humana do ICS, Instituto de Ciências da Saúde.Para quebrar a resistência natural do
adolescente em consultar diversos especialistas, Pagani recomenda aos pais que o adolescente deva participar da
escolha do seu médico. “Ele pode pedir uma indicação a outros profissionais que já o assistem há algum tempo
ou a amigos que já consultaram um urologista”, diz. O adolescente deve ser orientado a procurar serviços
médicos que trabalham com pessoas da sua idade, ou pesquisar, antes da consulta, se o médico tem experiências
com jovens. Outra forma de fazer a escolha do urologista é marcar a consulta e fazer apenas a primeira etapa dela.
“Assim como as meninas, os garotos têm o direito de primeiro conhecer o médico, para depois, se deixarem
examinar”, defende o professor do ICS.Dúvidas pelo caminho
Falar, pensar e fazer sexo sempre foram considerados “comportamentos típicos do macho”... Mas nunca
lhes foi dado o direito de ter dúvidas, de tomar alguns cuidados e, principalmente, de aprender sobre seu corpo, seu
comportamento sexual e de respeitar as etapas do seu desenvolvimento pessoal. “Ninguém nasce sabendo
fazer sexo. Isto se aprende da mesma forma que, por exemplo, se aprende a andar, a comer, a ler. Para fazer sexo, não
é diferente! O garoto precisa descobrir o seu corpo, conhecer o seu funcionamento, treinar as atividades e carícias
sexuais, ter informações, esclarecer suas dúvidas e obter algumas certezas quanto a sua normalidade física. A consulta
ao urologista é fundamental nessa trajetória”, diz Rodrigo Pagani, autor de um dos capítulos de Infertility in the
Male, publicação que é referência no campo da infertilidade masculina mundial.O desenvolvimento do corpo do homem,
durante a puberdade, acontece de forma desordenada, principalmente no que se refere aos genitais. As mudanças
corporais geram muita angústia, timidez, insegurança, baixa auto-estima e até agressividade. “O adolescente é
um poço de dúvidas, tanto faz se é menina ou menino... São dúvidas quanto o tamanho do pênis, sua forma, quanto à
quantidade de pele, sobre as ereções matinais, sem contar o sofrimento de muitos em relação à produção, quantidade,
eliminação e fertilidade do seu sêmen”, afirma Pagani.Preservação da fertilidade masculina
Durante as consultas urológicas do adolescente, é fundamental que a preservação da fertilidade seja um dos tópicos da
conversa entre médico e paciente. “O médico precisa manter um diálogo franco e aberto com o paciente
adolescente, para alertá-lo sobre os riscos que algumas condutas representam para a fertilidade masculina. Quanto
mais informação, mais chances de prevenirmos problemas neste campo”, defende o médico, que lista, a seguir,
as mensagens chaves que devem ser transmitidas aos adolescentes:- Uso de drogas: anabolizantes, maconha, cocaína
e cigarro têm impacto negativo na produção de espermatozóides. Maconha e cocaína alteram as taxas de hormônios
envolvidos na estimulação da produção dos espermatozóides, mas, em geral, o problema acaba quando o uso dessas
drogas é suspenso. Mas, no caso dos anabolizantes, que provocam a atrofia dos testículos, a produção de
espermatozóides cai para zero e, em 25% dos casos, é irreversível. Ou seja, um em cada quatro usuários de
anabolizantes fica estéril definitivamente. É preciso saber também que o cigarro diminui a quantidade de espermatozóides
de melhor qualidade;
- Lubrificantes: prejudicam a motilidade do esperma, dificultando a fecundação, principalmente os que possuem derivados
de petróleo na composição. Os lubrificantes à base de água paralisam os espermatozóides (em geral, têm outros
compostos prejudiciais), impedindo-os de atingir o óvulo;
- Medicamentos: alguns podem ter efeitos sobre a qualidade e a quantidade dos espermatozóides. Nesta lista há certos
antibióticos, hormônios e drogas para gastrite, para tratamento de câncer, para hipertensão e contra a calvície (que
bloqueiam a produção de testosterona);
- Peso: a testosterona (hormônio masculino) é transformada em estradiol, hormônio que determina características da
fêmea. Isso ocorre na gordura do corpo. Quanto mais gordura, maior essa conversão, causando a queda na produção de
espermatozóides. Por isso a obesidade é uma ameaça à fertilidade;
- Estresse: altera a produção dos hormônios, efeito amplamente comprovado pela ciência. Alimentação adequada e
exercícios físicos têm impacto positivo também na saúde dos espermatozóides.Atendimento à população
O Instituto de Ciências em Saúde está fazendo o recrutamento de casais que apresentam problemas de infertilidade
para serem atendidos pelos professores e alunos dos cursos de especialização e extensão em reprodução humana
assistida da instituição. O ICS fará uma adaptação dos custos do tratamento, de acordo com a classificação sócio-econômica
de cada casal. Para obter mais informações sobre os benefícios oferecidos é preciso telefonar para (11) 5052 1409 e falar
com Nany.ICS - O Instituto de Ciências em Saúde é uma entidade privada que visa o aprimoramento de profissionais
da área da Saúde – Medicina, Psicologia, Nutrição, Biologia e Biomedicina – em nível de extensão e pósgraduação.
Tem como missão aprimorar técnicas e conceitos já existentes, bem como avançar no campo da pesquisa,
Saúde & Lazer
http://www.saudelazer.com Fornecido por Jornal Saúde & Lazer Produzido em: 7 February, 2010, 01:37
empregando tecnologias de ponta, trazendo benefícios para a prática diária dos profissionais de saúde e agregando
valor e satisfação ao atendimento prestado aos pacientes. ICS - Instituto de Ciências em Saúde
Site: http://www.ics.med.br
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Adolescente deve ir ao ginecologista

Jornal de Brasília
BEM ESTAR & SAÚDE
Visita ao médico deve ocorrer quando surgirem os sinais de mudança
A adolescência é sem dúvida o período em que ocorrem mais mudanças no corpo da menina que está entrando numa nova fase da vida, passando por intensas transformações físicas, biológicas e psicológicas. Este período é também o que promove infindáveis dúvidas, receios, medos, inseguranças nas adolescentes e, em alguns casos, até na mãe que não sabe ao certo quando, como e por que levar sua filha ao consultório ginecológico.
No entanto, a primeira visita ao ginecologista não precisa ser encarada como "um bicho de sete cabeças", mesmo porque, os problemas mais corriqueiros que chegam aos médicos são considerados simples e de fácil controle.
"Geralmente os principais problemas que levam as adolescentes ao ginecologista são atraso no aparecimento dos caracteres sexuais secundários ou da menstruação, distúrbios menstruais (hemorragia ou falta de menstruação), corrimentos (vulvovaginite) ou ainda, interesse sexual que a leva a procurar orientação e esclarecimento quanto ao ato sexual em si e ao uso de métodos anticoncepcionais", relata a ginecologista do Hospital e Maternidade São Luiz, de São Paulo, Ivani Kehdi.
Normalmente as menstruações têm início entre 11 e 14 anos. O aparecimento das menstruações antes dos 9 anos é chamada de puberdade precoce, enquanto que, se a menstruação não ocorrer até os 14 anos, configura a menarca tardia, se esta menina não tiver o desenvolvimento de caracteres sexuais secundários, estamos diante de uma puberdade tardia.
"As mães devem se preocupar em conduzir suas filhas ao ginecologista nestas condições, pois temos de descartar várias causas ligadas ao desenvolvimento dos órgãos sexuais (congênitas ou genéticas) nos casos de puberdade tardia e causas irritativas ligadas ao Sistema Nervoso Central em meninas com puberdade precoce", ressalta Ivani.
Segundo a médica, de um modo geral, a mãe deve estar atenta a estas alterações no período entre 12 e 14 anos. "Nesta faixa de idade começam a ocorrer os sintomas decorrentes da menstruação como cólicas menstruais (dismenorréia) ou irregularidades menstruais que no início são esperadas, pois por dois ou três anos após a ocorrência da menarca, vários ciclos são anovulatórios (não ocorre ovulação) e então é comum e normal que as menstruações neste período sejam irregulares ou até apresentem falhas de dois ou três meses. Já quando as perdas sanguíneas são abundantes, podem levar a jovem à anemia e as causas devem ser investigadas e, posteriormente tratadas", salienta a especialista.
 

Fimose?? Saiba o que é!

Quando se fala em fimose o que vem à sua cabeça?
Dor?...Cirurgia?...
Pois é, o assunto é um pouco dolorido para a maioria dos homens! :P

1 - O que é FIMOSE ?


Fimose é a dificuldade, ou mesmo a impossibilidade de expor a glande ("cabeça" do pênis) porque o prepúcio ("pele" que recobre a glande, a cabeça do pênis) tem um anel muito estreito. Não é o simples fato do prepúcio (pele) estar colada na glande (cabeça), o que é freqüente e normal nos primeiros anos de vida (aos 6 meses somente 20 % dos meninos conseguem expor totalmente a glande, mas quase 90 % já o conseguem aos 3 anos).


2 - Por que as crianças tem FIMOSE ?


O motivo mais comum são as assaduras (dermatites amoniacais), causando postites, e cicatrizes (fibrose). Como cicatrizes sempre retraem a pele, isto torna o anel prepucial mais estreito. Também existem casos de crianças em que os pais preocupados com o acolamento normal entre a glande e o prepúcio fazem "massagem", forçando a pele, e ocasionando pequenos traumatismos (microtraumatismos), que ao cicatrizarem tornam o anel estreito, e aí formam uma verdadeira fimose.

 
 3 - Então não se devem fazer "exercícios ou massagens" para ajudar a "abrir" o anel da pele (prepúcio) ?

Não, pois podem ocorrer microtraumatismos com dor, inflamação local e até sangramentos, e a cicatrização pode levar a um estreitamento da abertura no prepúcio. Os exercícios ao causarem dor e desconforto também criam na criança o medo de que alguém mexa nos seus genitais. Este medo interfere na higiene peniana, e ao não se realizar uma boa higiene ocorrem as postites (inflamações ou infeções do prepúcio), que são outra causa da Fimose. Este medo também dificulta a aceitação da cirurgia, dos cuidados pós-operatórios, e interfere na aceitação da sua sexualidade.


4 - Como prevenir a Fimose?

A melhor prevenção é ensinar aos pais como realizarem a higiene perineal, sem fazerem "massagens e exercícios", e reconhecendo e tratando adequadamente as dermatites amoniacais (assaduras) e as postites.

5 - Por que as crianças com Fimose necessitam de tratamento cirúrgico?

a) Permitir a higiene adequada do pênis.

b) Permitir no futuro um relacionamento sexual satisfatório.

c) Evitar ou corrigir a PARAFIMOSE (quando o orifício de abertura do prepúcio, por ser muito estreito, fica preso logo abaixo da glande, com dor, inchaço imediato e dificuldade de urinar

d) Diminuir o risco de balano-postites (infeções do prepúcio e glande), infeções urinárias, doenças venéreas e do câncer no pênis.

e) Diminuir o risco de câncer de colo de útero na sua futura esposa.

Observações:

a) A fimose não impede, nem prejudica o crescimento do pênis, portanto a cirurgia (Postectomia) não vai ajudar o crescimento do mesmo.

b) É estimado que mais de 18% dos meninos não circuncidados podem ter indicações cirúrgicas até os 8 anos de idade.


6 - Qual a idade ideal para cirurgia da Fimose?

Nos casos não complicados aguarda-se até ao redor dos 7 - 10 anos de idade , por 3 motivos:

a) Neste período pode ocorrer o descolamento normal do prepúcio, a cura, não necessitando mais da cirurgia.


b) Até os 5 - 6 anos o menino realiza sua identificação sexual, chamada Fase Fálica, portanto o menino já entende a necessidade da cirurgia, e não corre o risco de achar que foi cortado um pedaço do seu pênis (Síndrome da Castração)

c) Antes da adolescência, quando as ereções mais frequentes tornam o pós-operatório mais doloroso e aumentam o risco das complicações.



7 - Como os pais podem preparar seu filho para a cirurgia ?

Em primeiro lugar os pais devem receber do cirurgião pediátrico orientações que lhes permitam conhecer como será realizada a cirurgia, para que eles se sintam seguros e possam transmitir esta segurança para seu filho.


Além disso é importante não esconder do paciente o que será realizado, mas sem entrar em detalhes que ele não possa compreender e que possam assustá-lo. Ex.: a palavra "cortar"


Demonstrar amor, segurança, e levá-lo ,se possível, a conhecer o local onde será realizado a cirurgia também auxilia no preparo pré-operatório.


8 - Como é feita a cirurgia ?

A não ser que o paciente tenha outras doenças ou que os pais prefiram, a cirurgia será feita de Ambulatório, isto quer dizer que o paciente não precisa ficar internado, não vai dormir, passar a noite num quarto do hospital, evitando assim uma maior separação do ambiente familiar, e diminuindo os riscos de infecção hospitalar.


Quanto a técnica cirúrgica, e o quanto de pele a ser ressecada (retirada), isto varia conforme a idade do paciente, a intensidade da fimose, e a experiência do cirurgião.


9 - Os pais podem assistir a cirurgia ?

Nas crianças acima de 6 a 12 meses de idade é importante que um dos familiares permaneça junto a criança até que ela durma, para que ela se sinta segura. Em alguns hospitais de Porto Alegre é permitida e incentivada a permanência do pai e/ou da mãe ao lado da criança durante a indução anestésica..


Durante o ato cirúrgico no entanto não é permitido, por não ser necessário, para diminuir os risco de infecção, e evitar transtornos a rotina da sala cirúrgica.


Na Sala de Recuperação Pós-Anestésica , os pais podem permanecer ao lado do filho, tranqüilizando-o, e auxiliando-o a se alimentar após estar bem acordado.


10 - E a anestesia, é local ou geral ?

Na infância, e mesmo na adolescência, se prefere a anestesia geral, geralmente precedido pelo uso de um sedativo e de um analgésico, pois:

Evita que o paciente assista, participe e se assuste durante o ato cirúrgico.

Evita a dor das "picadas" de agulha e da introdução do anestésico local.

Permite que o paciente permaneça quieto, sem se movimentar durante a cirurgia .

O paciente não se lembrará de nada que ocorre na sala de cirurgia, não tendo portanto nenhum trauma psicológico.

Por ser muito seguro (risco de complicações severas inferior a 1 em cada 5.000 anestesias, e risco de óbito ao redor de 1 em cada 200.000 anestesias).


11 - E depois da cirurgia, quantos dias a criança necessita faltar a aula?

As crianças, se possível, são operadas numa quinta ou sexta-feira, e retornam tranqüilamente as aulas na Segunda-feira, mas com a recomendação de que evitem exercícios físicos que possam traumatizar a região cirúrgica por 2 a 3 semanas (Exemplos: - "lutas", jogar bola, andar de bicicleta, "skate", patins, "rollers",...).

Abaixo temos um vídeo explicando o processo passo a passo de como é realizado a cirurgia de fimose





Esperamos ter ajudado!
Abs..e até a próxima!

Saiba o que é GINECOMASTIA













Ginecomastia : Cirurgia Plastica de Redução de Mamas Masculinas.
Ginecomastia é um termo médico que se refere ao desenvolvimento anormal de mamas com aspecto feminino em homens. A ginecomastia é uma condição mais comum do que se imagina, afetando até 40-60% dos homens. Em alguns homens pode afetar ambas as mamas, em outros casos apenas uma. Embora certas drogas ( ex: esteróides anabolizantes, maconha, espironolactona, etc) e condições médicas ( ex: cirrose hepática, desordens hormonais ) possam contribuir para o desenvolvimento da ginecomastia, na maior parte dos casos de ginecomastia não se observa uma causa identificável ( “ginecomastia idiopática”).
A ginecomastia, principalmente na adolescencia, é motivo de grande contrangimento, podendo gerar grandes distúrbios psicológicos ao paciente portador dessa condição, levando até mesmo ao isolamento social. A cirurgia plástica de correção de ginecomastia é o tratamento mais indicado para os homens que se sentem incomodados com sua aparência devido ao desenvolvimento anormal de mamas masculinas. A cirurgia para correção de ginecomastia visa remover gordura ou tecido glandular das mamas e, raramente, excesso de pele. O resultado final é o de um peitoral plano, firme e consistente com o contorno corporal masculino.
fotos de ginecomastia
Alguns exemplos de ginecomastia: ginecomastia glandular ( esq ) e ginecomastia mista ( dir )
A cirurgia plastica de correção de ginecomastia pode ser realizada em homens de qualquer idade que gozem de boa saúde física e emocional. Os melhores candidatos a essa cirurgia tem a pele firme e com elasticidade suficiente para se adaptar ao novo contorno corporal. Para realização da cirurgia de correção da ginecomastia são necessarios 2 exames de sangue pré operatórios: hemograma completo e coagulograma. A cirurgia é geralmente realizada com anestesia local associada a sedação oral e tem duração média de 2 horas, com o paciente podendo retornar a sua residência logo após o procedimento.
A ginecomastia pode ser dividida em três tipos:
- glandular ( “ginecomastia verdadeira”) : onde temos apenas crescimento anormal de tecido glandular mamário.
- gordurosa (“lipomastia”) : nesse caso há apenas acúmulo de gordura na região, sem hipertrofia glandular.
- mista: há um aumento tanto do tecido glandular, como de tecido gorduroso na região peitoral.
preco de ginecomastia

Quando a ginecomastia apresenta apenas gordura, é realizada uma lipo através das incisões 1 e 2. Se tambem houver tecido glandular, é realizado um corte periareolar inferior ( foto a direita ).
Se a ginecomastia for predominante glandular, é realizado um corte em meia lua na região peri areolar inferior, de cerca de 2-3 cm, por onde é retirada cirurgicamente a glândula. No caso do paciente possuir tecido gorduroso, além do componente glandular, a cirurgia pode ser associada a uma pequena lipoaspiração na região, no qual o cirurgião realiza 2 ou 3 incisões de cerca de 3 mm na área, que serão os locais de entrada para cânula de lipoaspiração. Os pontos são retirados cerca de 7-15 dias após a realização da cirurgia de ginecomastia, e o paciente deve usar no pós operatório uma cinta elastica compressiva para diminuir o inchaço e a formação de hematomas.

Como toda cirurgia plastica estética, os resultados proporcionados pela cirurgia de correção de ginecomastia são realmente compensadores para o paciente, desde que as expectativas a respeito da cirurgia sejam realistas. Em nossa clinica, dispomos de cirurgiões com larga experiência nesse tipo de cirurgia, que irão lhe indicar o tratamento mais adequado para o seu caso .
cicatriz ginecomastia

Evolução da cicatriz de ginecomastia : 1) pós operatório imediato, 2) um mês, 3) um ano depois
Para marcar sua cirurgia de correção da ginecomastia na Clínica Bioplástica, agende uma consulta de avaliação no tel (021) 2284-1721. Durante a avaliação médica você poderá esclarecer todas as suas dúvidas a respeito da cirurgia e irá descobrir como é facil se livrar de forma permanente desse incomodo problema.
CASO DE GINECOMASTIA

As fotos contidas abaixo foi autorizada pela pessoa. 










A Ejaculação Precoce, definida como a incapacidade de controlar ou adiar suficientemente a ejaculação, para que os parceiros achem prazer nas relações sexuais, é um problema que aflige grande parte dos homens, principalmente os adolescentes no inicio da atividade sexual. Quanto mais cedo for procurada ajuda mais fácil o tratamento".

Histórico

Em outras épocas, autores discutiram os conceitos psicossexuais predominantes, começando com o ponto de vista de Abraham (1917/1949) de que a EP (Ejaculação Precoce) era uma reprodução da enurese infantil. Mas, Shapiro, em 1943, constatou que, de 1.130 casos de EP, apenas 8% tinham história de enurese.

Outros acreditavam que a EP estivesse relacionada com a histeria, em pessoas de orientação predominantemente homossexual e que experimentavam culpa pela masturbação.

A teoria psicanalítica considera a prematuridade um sintoma neurótico e, como tal, suscetível apenas de tratamento psicanalítico.

A teoria freudiana da causalidade propõe que o ejaculador prematuro esconde sentimentos sadistas intensos, mas inconscientes, em relação às mulheres.

Ejaculação Precoce

Atualmente, sabemos que tal como o mecanismo do orgasmo na mulher, a ereção e a ejaculação em um homem ocorrem quando um estímulo genital adequado ativa as vias nervosas da medula espinhal inferior.

A sensibilidade dessas vias é, por sua vez, aumentada ou diminuída por mensagens que descem a medula espinhal, oriundas do centro sexual do hipotálamo, na base do cérebro.

A ejaculação precoce é um tipo de infortúnio que parece desenvolver-se muito cedo na vida sexual do homem. Muitos, quando adolescentes, ficam condicionados a um rápido gozo na masturbação, por ser esta uma atividade secreta, escondida, perseguida pela culpa e pelo medo da descoberta.

Este impulso na direção do desempenho rápido geralmente é transferido para a primeira experiência com o sexo oposto; acrescente-se aí o fato muito comum de visitarem prostitutas, cujo principal interesse não é a realização sexual do parceiro, e sim um breve intercurso.

Ou, o que é mais freqüente nos dias de hoje, a primeira relação sexual de um rapaz pode acontecer no banco de trás de um automóvel, de um jeito apressado, não planejado, ou num sofá, na casa da garota, com o medo premente de que os pais dela possam voltar a qualquer momento.

Em todas essas situações acha-se presente não somente a excitação sexual, mas também uma boa dose de desempenho rápido. Esses são alguns pontos primários que seguem a EP.

Situações que podem gerar posteriormente a EP são apresentadas quando o homem alimenta sentimentos hostis de desconfiança ou de insegurança, de despeito frente à "luta pelo poder" etc., em relação a sua esposa, ou coito num relacionamento clandestino, onde predominam sentimentos de culpa.

Outra situação semelhante é quando se usa do "coito interrompido" para evitar a gravidez. Além de não ter valor como preservativo, há aumento do nível de ansiedade.

Ações provocantes da parceira, a percepção de que ela deseja fazer sexo (caça x caçador), a "ditadura do orgasmo", a mulher deixando de ser "objeto" e passando a ser "sujeito", as circunstâncias de inibição (defeitos físicos, mito do pênis pequeno etc.), que são eventos regulares e previsíveis e algumas vezes normais, tornam-se subitamente caóticos e imprevisíveis quando a atividade hipotalâmica é lançada num estado de desorganização por excesso de ansiedade.

As mensagens do centro cerebral tornam-se irregulares e aleatórias, e podem deflagrar uma ejaculação precipitada.

Podemos pois afirmar que, quando a ejaculação precoce aparece desde os primeiros encontros sexuais, esta deriva de experiências condicionantes adversas na infância, resíduos de culpas adquiridas durante a masturbação na adolescência e/ou das primeiras vivências sexuais, onde predominaram: uma grande expectativa, elevada excitação sexual, alta ansiedade e pouca habilidade, gerando alguns "desastres", em resposta ejaculatória, pois nesse caso a incontinência pode ser indicativa de doença séria e/ou tratável.

Embora tais casos sejam extremamente raros, essa condição pode ser causada por enfermidade local da uretra posterior ou, como ocorre com a perda súbita do controle urinário, a incontinência ejaculatória secundária pode ser sintomática de patologia ao longo do trajeto do nervo, que serve aos mecanismos do reflexo que controlam o orgasmo (medula espinhal, nervos periféricos ou centros nervosos superiores).

Isto pode ocorrer na esclerose múltipla ou em outros distúrbios neurológicos degenerativos.

Entretanto, causas orgânicas são muito raras, principalmente em homens jovens e/ou aparentemente sadios.

Tratamentos

Devido à dificuldade em definir e identificar a causa da ejaculação precoce, temos também uma dificuldade em propor o tratamento mais adequado e que solucione o problema a curto prazo.

De qualquer forma, o tratamento deve visar um aumento do período de latência ejaculatória, independentemente da causa parecer ser biológica ou psicológica.

Apesar da angústia e sofrimento do paciente com o problema, é necessária a contínua obtenção de dados e informações. Entre estes se destacam o perfil médico e o sexual.

A pesquisa de informações sobre o paciente possui não somente caráter diagnóstico, como também visa elucidar as causas psicológicas e biológicas da EP, que compõe sua etiopatogenia. O diagnóstico mais comum enquadra distúrbios de fundo psicológico, como traumas, tensão e estresse, e de caráter biológico, como cirurgias pélvicas ou urológicas e medicações em uso.

Uma investigação clínica completa deve conter dados sobre: a história clínica do paciente (como mencionado acima); sua função ejaculatória (tempo de latência, controle), sua atividade sexual (freqüência, avaliação detalhada de sua parceira, interação sexual, etc.), perfil psicológico (contexto sócio-cultural, histórico da disfunção, relação com situações específicas, etc.).

A partir de um quadro detalhado, que contenha os dados acima expostos, o médico poderá optar por um tratamento mais individualizado, que atenda melhor o paciente dentro do contexto próprio de sua doença.

As opções de tratamento são muitas. Incluem as inúmeras formas de psicoterapia e várias opções farmacológicas. Todos possuem indicações específicas, e somente um profissional capacitado está habilitado a indicar a melhor terapia para cada paciente.

Tratamento farmacológico

Na década de 60 notou-se que os antidepressivos possuíam como efeitos colaterais o retardo ou a inibição completa da ejaculação e do orgasmo. Atualmente há uma variedade de antidepressivos no mercado que possuem menos efeitos colaterais e melhores resultados.

Um medicamento representante dos antidepressivos, indicado para tratamento da EP, é a clomipramina. Este medicamento alcançou aumentos médios no tempo de latência de 2 a 7 minutos. Entretanto, os estudos com clomipramina relatam que 10 a 30% dos pacientes não respondem bem à droga. Pacientes com EP complicada por insuficiência erétil (dificuldade de ereção) não alcançam os mesmos resultados. A fluoxetina e a paroxetina também apresentam efeitos da inibição ejaculatória. Estas drogas apresentam menos efeitos colaterais, parecem interferir muito pouco com o desejo sexual e com a ereção, no entanto não são tão eficazes quanto a clomipramina. Conclui-se que a clomipramina parece ser a opção mais eficaz para inibir a resposta ejaculatória, mas pode não ser bem tolerada por muitos pacientes, e deve ser bem avaliada sua indicação.

Tratamento Psicológico

As causas psicológicas aventadas para a explicação da EP são várias. Entre elas está a hostilidade reprimida à mulher, o medo de perda importante da autoconfiança durante o ato sexual, bloqueios quanto a percepção da própria sexualidade e problemas na disputa pelo poder pelo casal, entre outras. Existem teorias que enfocam a ansiedade, geral ou específica ao ato sexual. Tal ansiedade foi criada, e até mesmo condicionada, pelo impacto das experiências anteriores, excepcionalmente rápidas devido a circunstâncias adversas. Poucas pesquisas clínicas disponíveis apóiam uma ou mais das suposições citadas acima.

Intervenções Comportamentais - As intervenções comportamentais e cognitivas demonstram maior eficácia. O método comportamental "stop-squeeze" (pára-comprime) é um exemplo. Esse método sugere que o homem avise a sua parceira quando sentir a vontade de ejacular aproximando-se. Neste ponto interrompe-se o ato sexual e a mulher aplica pressão manual na glande do pênis, até ocorrer redução da vontade. O método de "pára-comprime" pode ser treinado, inicialmente, com a masturbação.

Outro método, o "start-stop " (começa-pára), para o tratamento da Ejaculação Precoce, utiliza uma pausa, ao invés de um aperto no início da fase ejaculatória. Acredita-se também que a posição durante a relação sexual, com a mulher por cima ou a posição lateral, permitem um maior controle da ejaculação.

A terapia ambulatorial semanal resulta em um alto índice de sucesso (80-90%), em homens com Ejaculação Precoce. Os terapeutas sexuais apresentaram, com o passar do tempo, suas próprias variações desses métodos ou mesmo a criação de novos métodos.

Para o sucesso, apesar da variedade de métodos, o homem deve estar atento quanto as suas sensações sexuais para saber exatamente quando interromper o movimento. O casal deve ter habilidade para abordar amplamente a expressão sexual e criatividade durante o ato. A participação da parceira é de grande importância na solução do problema.

Varias outras abordagens podem ser utilizadas no tratamento da ejaculação precoce, entre elas estão Tratamento em grupo e o tratamento psicoterápico individual.

O Tratamento em grupo é um tipo de tratamento para a Ejaculação Precoce cujos dados são ainda contraditórios. Alguns se beneficiam ao saberem que seus problemas sexuais não são exclusivos, ao saberem como outros casais também lidam com esses problemas. Por outro lado, a maioria dos homens considera a Ejaculação Precoce um problema altamente particular e não se sentem à vontade em discutir o assunto na presença de outros casais, tornando esta forma de tratamento inviável.

O Tratamento psicoterápico individual não é tão bem sucedido quanto o trabalho feito com os casais. O tratamento individual, na ausência da parceira, diminui a possibilidade de utilização de técnicas como, por exemplo, o "começa-pára" e o "pára-comprime".Estas técnicas, no entanto, podem ser adaptados para a masturbação. Mas a presença da parceira facilita significativamente o tratamento.

Finalmente, é importante salientar, que a principal arma para o tratamento, é o reconhecimento do problema, pesquisa de suas causas e ajuda de um profissional capacitado, pois sabemos que a utilização de técnicas folclóricas e caseiras não trazem resultados e podem agravar o quadro. A ejaculação precoce é um problema comum e de grande repercussão na vida sexual do casal.



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