A prevenção de uma gravidez não planejada é essencial, principalmente para adultos, jovens sexualmente ativos e adolescentes.
É importante saber quais os métodos existentes antes de optar por algum deles. Os métodos contraceptivos são divididos em comportamentais (tabelinha), de barreira (preservativo, diafragma), dispositivo intra-uterino, métodos hormonais e cirúrgicos.
Por Patrícia Lopes
ANEL VAGINAL

O anel vaginal é bastante flexível.
O anel vaginal é um método contraceptivo que segue basicamente os mesmos princípios da pílula anticoncepcional, sendo indicado a mulheres que não querem utilizá-la, ou tendem a se esquecer de fazer seu uso diário. Isso porque ele é introduzido na região vaginal, permanecendo ali por três semanas, retirado (momento que ocorre a menstruação) e substituído após uma semana de intervalo. Possui grande eficácia (de 99,6% a 99,8%), não oferece incômodo e tampouco atrapalha o ato sexual.
Transparente, é feito de silicone bastante flexível, de diâmetro externo de 54 mm e espessura de 4 mm. Libera constantemente baixas doses de estrógeno e progesterona, sendo estes absorvidos pela mucosa vaginal, impedindo a ovulação. Também aumentam o muco dessa região, dificultando a passagem dos espermatozoides.
Além disso, diminui o fluxo menstrual e reduz a incidência de cólicas. Como sua absorção não se dá na região gastrointestinal, seus efeitos colaterais tendem a ser mais baixos. Alguns destes são: aumento de peso, acne, alterações de humor, dores nas mamas, dores de cabeça, náuseas, vaginite e expulsão natural do anel.
É contraindicado a mulheres com problemas de varizes, epiléticas, hipertensas, diabéticas, obesas, imunodeprimidas, lactentes e acima do peso.
Importante:
Esse método não previne infecções por micro-organismos causadores de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).
Como qualquer outro anticoncepcional à base de hormônios, é recomendada a indicação médica.
Transparente, é feito de silicone bastante flexível, de diâmetro externo de 54 mm e espessura de 4 mm. Libera constantemente baixas doses de estrógeno e progesterona, sendo estes absorvidos pela mucosa vaginal, impedindo a ovulação. Também aumentam o muco dessa região, dificultando a passagem dos espermatozoides.
Além disso, diminui o fluxo menstrual e reduz a incidência de cólicas. Como sua absorção não se dá na região gastrointestinal, seus efeitos colaterais tendem a ser mais baixos. Alguns destes são: aumento de peso, acne, alterações de humor, dores nas mamas, dores de cabeça, náuseas, vaginite e expulsão natural do anel.
É contraindicado a mulheres com problemas de varizes, epiléticas, hipertensas, diabéticas, obesas, imunodeprimidas, lactentes e acima do peso.
Importante:
Esse método não previne infecções por micro-organismos causadores de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).
Como qualquer outro anticoncepcional à base de hormônios, é recomendada a indicação médica.
CAMISINHA FEMININA
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Camisinha feminina (em cima) e camisinha masculina (embaixo).
A camisinha feminina, apesar de não ser tanto popular quanto a masculina, também é um método contraceptivo de barreira, prevenindo assim a contaminação pelo vírus da AIDS e outros micro-organismos causadores de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).
Lançada no Brasil em dezembro 1997, um dos motivos pela sua aceitação no mercado não ter sido tão boa se refere ao preço, bem mais elevado que o da outra. Além disso, vergonha em adquiri-la, dificuldade no manuseio, e a própria estética também são fatores que contribuíram para tal.
Feita de poliuretano, é mais resistente, menos espessa, inodora e hipoalergênica. Tem também como vantagem o fato de poder ser utilizada durante a menstruação; cobrir uma área maior, protegendo ainda mais a mulher; e a possibilidade de ser introduzida até oito horas antes da relação sexual. Levando em consideração o argumento de que colocar a camisinha masculina “corta o clima”, esta é uma grande vantagem que a feminina possui.
De tamanho maior que o da camisinha masculina (15 centímetros de comprimento e oito de diâmetro), tem formato cilíndrico, com anéis flexíveis nas extremidades. Uma destas, fechada, será introduzida próximo ao colo do útero; e a outra, ficará disposta fora da vagina. Bastante lubrificada, não fornece desconforto - desde que seja manuseada corretamente.
Após a ejaculação, deve ser retirada. É indicado que se dê uma leve torcida no material, para evitar o vazamento do esperma; embrulhe e deposite no lixo.
Observação: assim como a masculina, a camisinha feminina não deve ser reutilizada.
Lançada no Brasil em dezembro 1997, um dos motivos pela sua aceitação no mercado não ter sido tão boa se refere ao preço, bem mais elevado que o da outra. Além disso, vergonha em adquiri-la, dificuldade no manuseio, e a própria estética também são fatores que contribuíram para tal.
Feita de poliuretano, é mais resistente, menos espessa, inodora e hipoalergênica. Tem também como vantagem o fato de poder ser utilizada durante a menstruação; cobrir uma área maior, protegendo ainda mais a mulher; e a possibilidade de ser introduzida até oito horas antes da relação sexual. Levando em consideração o argumento de que colocar a camisinha masculina “corta o clima”, esta é uma grande vantagem que a feminina possui.
De tamanho maior que o da camisinha masculina (15 centímetros de comprimento e oito de diâmetro), tem formato cilíndrico, com anéis flexíveis nas extremidades. Uma destas, fechada, será introduzida próximo ao colo do útero; e a outra, ficará disposta fora da vagina. Bastante lubrificada, não fornece desconforto - desde que seja manuseada corretamente.
Após a ejaculação, deve ser retirada. É indicado que se dê uma leve torcida no material, para evitar o vazamento do esperma; embrulhe e deposite no lixo.
Observação: assim como a masculina, a camisinha feminina não deve ser reutilizada.
COITO INTERROMPIDO
Coito Interrompido é o método de contracepção que consiste em retirar o pênis da vagina antes da ejaculação para impedir a deposição de sêmen no interior da mesma.
É um método que tem sido utilizado amplamente pelos últimos 2.000 anos, apesar de não ser muito seguro. Além de ser difícil saber o momento certo de retirar o pênis, uma pequena quantidade de esperma pode ser eliminada durante as carícias que antecedem a ejaculação.
As desvantagens que o método pode causar é uma gravidez indesejada, caso o esperma eliminado durante as preliminares caia na região da vagina; às vezes é necessário mais estímulos para a mulher conseguir o orgasmo; não proporciona proteção contras as doenças sexualmente transmissíveis; o homem pode não conseguir controlar a ejaculação.
A vantagem é que pode ser utilizado por qualquer pessoa que sentir vontade, ou não tiver acesso a outras formas de contracepção. Alguns homens o adotam a fim de protegerem suas parceiras quanto aos efeitos adversos dos contraceptivos.
É um método que tem sido utilizado amplamente pelos últimos 2.000 anos, apesar de não ser muito seguro. Além de ser difícil saber o momento certo de retirar o pênis, uma pequena quantidade de esperma pode ser eliminada durante as carícias que antecedem a ejaculação.
As desvantagens que o método pode causar é uma gravidez indesejada, caso o esperma eliminado durante as preliminares caia na região da vagina; às vezes é necessário mais estímulos para a mulher conseguir o orgasmo; não proporciona proteção contras as doenças sexualmente transmissíveis; o homem pode não conseguir controlar a ejaculação.
A vantagem é que pode ser utilizado por qualquer pessoa que sentir vontade, ou não tiver acesso a outras formas de contracepção. Alguns homens o adotam a fim de protegerem suas parceiras quanto aos efeitos adversos dos contraceptivos.
DIAFRAGMA

Diafragma: um método anticoncepcional muito eficaz, mas pouco conhecido.
O diafragma, um método anticoncepcional de barreira, é uma cúpula rasa feita de silicone (ou látex), com bordas firmes e flexíveis. Cobrindo o colo do útero, impede a passagem dos espermatozoides, evitando a fecundação.
Além de prevenir contra a gravidez, não tem efeitos hormonais, seu uso pode ser interrompido a qualquer momento, é relativamente fácil de ser usado, pode ser colocado em até seis horas antes da relação sexual, não é sentido pelo parceiro, pode durar por até dois anos; e previne doenças como a gonorreia, doença inflamatória pélvica aguda e câncer de colo de útero, este por evitar uma possível passagem do HPV para esta região.
Largamente utilizado antes do advento das pílulas anticoncepcionais, este método se mostra seguramente eficaz neste sentido, quando utilizado da forma correta. Quanto a isso, primeiramente a mulher deve se consultar com um médico ginecologista, a fim de verificar se há alguma contraindicação e, caso não exista, receber as orientações de uso e checar o tamanho exato do diafragma que deverá adquirir.
Como usar:
Escolha uma posição confortável (deitada, de cócoras, etc.)
Além de prevenir contra a gravidez, não tem efeitos hormonais, seu uso pode ser interrompido a qualquer momento, é relativamente fácil de ser usado, pode ser colocado em até seis horas antes da relação sexual, não é sentido pelo parceiro, pode durar por até dois anos; e previne doenças como a gonorreia, doença inflamatória pélvica aguda e câncer de colo de útero, este por evitar uma possível passagem do HPV para esta região.
Largamente utilizado antes do advento das pílulas anticoncepcionais, este método se mostra seguramente eficaz neste sentido, quando utilizado da forma correta. Quanto a isso, primeiramente a mulher deve se consultar com um médico ginecologista, a fim de verificar se há alguma contraindicação e, caso não exista, receber as orientações de uso e checar o tamanho exato do diafragma que deverá adquirir.
Como usar:
Escolha uma posição confortável (deitada, de cócoras, etc.)
Dobre-o ao meio, formando um oito, e introduza-o na vagina, cobrindo o colo do útero.
Muitos profissionais aconselham o uso associado com espermicidas com o nonoxinol-9 a 5% como princípio ativo, adicionados à cúpula antes de sua introdução; a fim de potencializar os efeitos contraceptivos pela morte de espermatozoides. Outros já indicam o uso contínuo do diafragma, retirando-o apenas no período menstrual e durante o banho, para lavá-lo; sendo reintroduzido logo depois.
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Informações adicionais:
O diafragma deve ser retirado pelo menos seis horas após o coito, não se estendendo por período superior a vinte e quatro horas. No primeiro caso, tal cuidado é para evitar que espermatozoides, ainda vivos, se direcionem às trompas; no segundo, a fim de evitar infecções.
Após a retirada, o diafragma deve ser lavado com água fria e sabão neutro; e secado naturalmente, ou com auxílio de uma toalha macia e limpa. Depois, deve ser guardado em sua caixinha.
Gravidez, aborto, operação do períneo e ganho de peso acima de 5kg requerem uma nova medição para possível mudança de diafragma.
DIU

Diferentes Formatos de Diu
O Diu ou Dispositivo intra-uterino é um pequeno objeto plástico que serve como dispositivo anticoncepcional que substitui outros métodos quando colocado dentro da cavidade uterina. Sua função é impossibilitar o processo reprodutivo agindo de forma a dificultar a passagem do espermatozóide e alterar as características destes.
Podem ser:
Dius inertes: Quando não possuem substâncias metálicas ou hormonais em sua cavidade. É também chamado de diu não medicado.
Dius ativos: Quando contém substâncias metálicas ou hormonais em sua cavidade, fazendo com que sua eficácia aumente significantemente.
O diu é bastante seguro e não interfere no ato sexual podendo durar de 03 a 10 anos, se houver sempre avaliação médica. Pode interferir na duração e na quantidade do fluxo menstrual, provocar cólicas e ainda facilitar o aparecimento de infecções intra-uterinas. O diu deve ser sempre utilizado associado ao uso de preservativos, pois não impede a transmissão de Dsts.
LAQUEADURA
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Procedimento que bloqueia a passagem do espermatozóide
A laqueadura é um procedimento cirúrgico realizado em mulheres que não mais desejam engravidar. Consiste em esterilizar a mulher bloqueando as trompas de falópio para que o espermatozóide não consiga chegar ao óvulo. Para tal bloqueio são utilizados anéis de plástico, clipes de titânio, corte e/ou ligamento das trompas entre outras técnicas.
É realizado semelhante a um parto cesariano, pois é necessária uma abertura abdominal para se ter acesso às trompas. Existem mulheres que após fazer a laqueadura desejam reverter o procedimento por desejar engravidar novamente. Em 70% dos casos, a cirurgia é reversível e dá à mulher tais condições, mas é importante saber que a reversão dá condições de gestação a uma mulher dependendo do método utilizado e das lesões por ele causados. Os procedimentos mais fáceis de serem revertidos são os que utilizam anéis de plástico e clipes de titânio.
Ao realizar uma laqueadura, a mulher permanece no hospital por dois dias em observação e ao voltar para casa deve repousar por dez dias, independente do seu tipo de trabalho. A laqueadura na maioria dos casos não impede que o ciclo menstrual ocorra, salvo em situações onde algo anormal ocorra.
Existem casos raros onde a laqueadura é revertida de forma espontânea, onde o próprio organismo recanaliza as trompas de falópio permitindo assim que a mulher engravide. Este procedimento só pode ser feito em mulheres acima de 25 anos que tenha realizado duas cesarianas ou mais. É uma decisão que deve ser tomada após tamanha certeza, já que se pode permanecer estéril.
É realizado semelhante a um parto cesariano, pois é necessária uma abertura abdominal para se ter acesso às trompas. Existem mulheres que após fazer a laqueadura desejam reverter o procedimento por desejar engravidar novamente. Em 70% dos casos, a cirurgia é reversível e dá à mulher tais condições, mas é importante saber que a reversão dá condições de gestação a uma mulher dependendo do método utilizado e das lesões por ele causados. Os procedimentos mais fáceis de serem revertidos são os que utilizam anéis de plástico e clipes de titânio.
Ao realizar uma laqueadura, a mulher permanece no hospital por dois dias em observação e ao voltar para casa deve repousar por dez dias, independente do seu tipo de trabalho. A laqueadura na maioria dos casos não impede que o ciclo menstrual ocorra, salvo em situações onde algo anormal ocorra.
Existem casos raros onde a laqueadura é revertida de forma espontânea, onde o próprio organismo recanaliza as trompas de falópio permitindo assim que a mulher engravide. Este procedimento só pode ser feito em mulheres acima de 25 anos que tenha realizado duas cesarianas ou mais. É uma decisão que deve ser tomada após tamanha certeza, já que se pode permanecer estéril.
PÍLULA

Pílula Anticoncepcional
A pílula anticoncepcional é um dos melhores métodos contraceptivos. É um medicamento produzido a partir da síntese dos hormônios estrógeno e progesterona, hormônios que são produzidos nos ovários.
A pílula atua inibindo a ovulação que acontece por volta do 140 dia do ciclo menstrual.
É um método que proporciona 99% de segurança, porém sua eficácia depende muito da regularidade com que a mulher a utiliza, não deixando de tomá-la nenhum dia.
Alguns medicamentos como antibióticos e antiepilépticos podem comprometer a ação da pílula.
O uso da pílula é iniciado no primeiro dia da menstruação, os comprimidos são tomados diariamente no mesmo horário durante 21 dias. A seguir é dado um intervalo de 7 dias sem ingerir a pílula. Esse é o período em que ocorre o ciclo menstrual. Após esse intervalo, uma nova cartela é iniciada, mesmo se o sangramento não tiver cessado. Em caso de esquecimento de tomar uma pílula, esta deve ser tomada o mais rápido possível, até 12 horas do horário habitual.
A pílula pode provocar vários efeitos colaterais como: dores de cabeça, dores nos seios, enjôos e aumento de peso. A maioria desses sintomas desaparece com o tempo.
Existem vários tipos de pílulas e somente o médico pode identificar a pílula mais indicada para cada organismo.
A pílula é contra-indicada para mulheres que tiveram trombose, neoplasias, diabetes, mulheres com hipertensão arterial, hepatites e problemas cardiovasculares.
A pílula oferece as seguintes vantagens: regula o ciclo menstrual, diminui o fluxo e alivia as cólicas.
A pílula atua inibindo a ovulação que acontece por volta do 140 dia do ciclo menstrual.
É um método que proporciona 99% de segurança, porém sua eficácia depende muito da regularidade com que a mulher a utiliza, não deixando de tomá-la nenhum dia.
Alguns medicamentos como antibióticos e antiepilépticos podem comprometer a ação da pílula.
O uso da pílula é iniciado no primeiro dia da menstruação, os comprimidos são tomados diariamente no mesmo horário durante 21 dias. A seguir é dado um intervalo de 7 dias sem ingerir a pílula. Esse é o período em que ocorre o ciclo menstrual. Após esse intervalo, uma nova cartela é iniciada, mesmo se o sangramento não tiver cessado. Em caso de esquecimento de tomar uma pílula, esta deve ser tomada o mais rápido possível, até 12 horas do horário habitual.
A pílula pode provocar vários efeitos colaterais como: dores de cabeça, dores nos seios, enjôos e aumento de peso. A maioria desses sintomas desaparece com o tempo.
Existem vários tipos de pílulas e somente o médico pode identificar a pílula mais indicada para cada organismo.
A pílula é contra-indicada para mulheres que tiveram trombose, neoplasias, diabetes, mulheres com hipertensão arterial, hepatites e problemas cardiovasculares.
A pílula oferece as seguintes vantagens: regula o ciclo menstrual, diminui o fluxo e alivia as cólicas.
PÍLULA DO DIA SEGUINTE

A inibidora da fecundação.
A pílula do dia seguinte ou pílula de emergência é um contraceptivo utilizado por mulheres que tiveram relações sexuais sem qualquer tipo de proteção ou ainda por mulheres que tiveram sua proteção rompida. A pílula é tomada em dose única ou em duas doses, obedecendo a um intervalo de 12 horas entre a tomada da primeira pílula e a segunda.
O efeito da pílula é eficaz, mas depende da rapidez com que é tomada. Nas primeiras 24 horas a pílula é eficaz em 95%, de 25 a 48 horas após a relação a eficácia da pílula cai para 85% e diminui mais ainda quando é tomada de 49 a 72 horas, chegando a 58% de eficácia. Após o período de 72 horas, a pílula de emergência não consegue mais atuar no organismo.
Como o próprio nome diz, a pílula deve ser utilizada apenas em situações de emergência, pois sua utilização contínua pode provocar reações indesejáveis e prejudiciais ao organismo. Algumas mulheres, mesmo utilizando a pílula em casos de emergência, ainda podem apresentar sinais como dor de cabeça, vômito, náuseas e sangramento.
É importante ressaltar que a pílula do dia seguinte não inibe a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, sendo sua finalidade a inibição da ovulação somente. A utilização da camisinha em todo ato sexual é extremamente importante, pois é o único contraceptivo capaz de prevenir doenças e gravidez.
A utilização da pílula do dia seguinte é alvo de muita polêmica, pois alguns médicos afirmam que a pílula tem efeito abortivo já que a fecundação se dá antes do blastócito atingir o útero materno. Outros especialistas no assunto afirmam que a pílula possui somente efeito de impedimento da fecundação, não cabendo a destruição do blastócito.
O efeito da pílula é eficaz, mas depende da rapidez com que é tomada. Nas primeiras 24 horas a pílula é eficaz em 95%, de 25 a 48 horas após a relação a eficácia da pílula cai para 85% e diminui mais ainda quando é tomada de 49 a 72 horas, chegando a 58% de eficácia. Após o período de 72 horas, a pílula de emergência não consegue mais atuar no organismo.
Como o próprio nome diz, a pílula deve ser utilizada apenas em situações de emergência, pois sua utilização contínua pode provocar reações indesejáveis e prejudiciais ao organismo. Algumas mulheres, mesmo utilizando a pílula em casos de emergência, ainda podem apresentar sinais como dor de cabeça, vômito, náuseas e sangramento.
É importante ressaltar que a pílula do dia seguinte não inibe a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, sendo sua finalidade a inibição da ovulação somente. A utilização da camisinha em todo ato sexual é extremamente importante, pois é o único contraceptivo capaz de prevenir doenças e gravidez.
A utilização da pílula do dia seguinte é alvo de muita polêmica, pois alguns médicos afirmam que a pílula tem efeito abortivo já que a fecundação se dá antes do blastócito atingir o útero materno. Outros especialistas no assunto afirmam que a pílula possui somente efeito de impedimento da fecundação, não cabendo a destruição do blastócito.
TABELINHA

Como calcular o período fértil com base no ciclo menstrual
A tabelinha ou método rítmico é um procedimento contraceptivo que busca prever a data da ovulação da mulher para que se evite a gravidez. Para realizar tal procedimento, a mulher deve observar no mínimo seis ciclos menstruais anotando a duração de cada um para que se conheça o tipo do ciclo menstrual, se regulado ou desregulado, e ainda o tempo de duração.
A tabelinha é um método que funciona em mulheres que possuem o ciclo menstrual regulado, ou seja, que menstruam sempre no mesmo período e que certamente fica fértil no meio do ciclo. O cálculo da tabelinha consiste em diminuir o número em que permaneceu menstruada no menor ciclo por 18 e o número em que permaneceu menstruada no maior ciclo por 11. Os dias que permanecerem entre os números resultantes das diminuições determinam o período fértil.
Para criar a tabelinha basta:
Em um papel crie quadrinhos enumerados com os dias do mês;
Marque com uma determinada cor o dia no qual se iniciou o ciclo menstrual;
Marque com outra cor do sétimo ao nono dia após a iniciação do ciclo, determinando o período de alerta;
Marque com uma terceira cor do décimo ao décimo quinto dia após a iniciação do ciclo, determinando o período fértil;
Marque com a cor selecionada para o período de alerta os dias entre o décimo sexto e o vigésimo primeiro.
Marque com a cor selecionada para os dias em que ocorre o ciclo menstrual os demais dias do mês.
Veja a demonstração no quadro abaixo:
A tabelinha é um método que funciona em mulheres que possuem o ciclo menstrual regulado, ou seja, que menstruam sempre no mesmo período e que certamente fica fértil no meio do ciclo. O cálculo da tabelinha consiste em diminuir o número em que permaneceu menstruada no menor ciclo por 18 e o número em que permaneceu menstruada no maior ciclo por 11. Os dias que permanecerem entre os números resultantes das diminuições determinam o período fértil.
Para criar a tabelinha basta:
Em um papel crie quadrinhos enumerados com os dias do mês;
Marque com uma determinada cor o dia no qual se iniciou o ciclo menstrual;
Marque com outra cor do sétimo ao nono dia após a iniciação do ciclo, determinando o período de alerta;
Marque com uma terceira cor do décimo ao décimo quinto dia após a iniciação do ciclo, determinando o período fértil;
Marque com a cor selecionada para o período de alerta os dias entre o décimo sexto e o vigésimo primeiro.
Marque com a cor selecionada para os dias em que ocorre o ciclo menstrual os demais dias do mês.
Veja a demonstração no quadro abaixo:

Esse método não é confiavelmente seguro, pois cada organismo trabalha de maneira diferente contrariando a tabelinha.
VASECTOMIA

É um procedimento cirúrgico realizado no homem com o intuito de impedir a circulação dos espermatozóides produzidos pelos testículos, após a cirurgia o homem quando chega ao orgasmo libera sêmen, mas sem espermatozóides. Encontra-se em bastante evidência nos últimos anos, pois é uma forma de controlar a natalidade sem a necessidade de a mulher passar por uma cirurgia para fazer laqueadura ou algo do gênero.
Tendo em vista que a vasectomia é um método mais prático e rápido, tem como reverter o processo com uma nova cirurgia. O único problema enfrentado pela vasectomia é a falta de informação e o machismo.
Segundo alguns especialistas, os homens têm medo do ato cirúrgico resultar, no futuro, em impotência sexual. Porém, o método utilizado na vasectomia é extremamente seguro, e o sucesso da cirurgia irá depender muito do paciente e do profissional escolhido para realizá-la. Boa parte dos casais opta pela vasectomia pelos seguintes motivos:
• Baixo custo;
• Recuperação rápida;
• As mulheres têm medo de passar por uma cirurgia por isso preferem que os maridos façam a vasectomia.
Tendo em vista que a vasectomia é um método mais prático e rápido, tem como reverter o processo com uma nova cirurgia. O único problema enfrentado pela vasectomia é a falta de informação e o machismo.
Segundo alguns especialistas, os homens têm medo do ato cirúrgico resultar, no futuro, em impotência sexual. Porém, o método utilizado na vasectomia é extremamente seguro, e o sucesso da cirurgia irá depender muito do paciente e do profissional escolhido para realizá-la. Boa parte dos casais opta pela vasectomia pelos seguintes motivos:
• Baixo custo;
• Recuperação rápida;
• As mulheres têm medo de passar por uma cirurgia por isso preferem que os maridos façam a vasectomia.
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